Malz ae não ter ido no seu niver. Mas como eu tava doente e sem grana fiz um presente pra vc Girl. Um conto... Espero que goste.
Por entre as grandes arvores algo a menininha viu. Uma bela menininha de jardineira verde e gorro azul que brincava sozinha no playground. Ela quis se levantar e explorar, mas tinha medo de que sua mãe a repreende-se... E como a Senhora Baxter repreendia a pobre menininha. Mesmo às vezes não sendo culpa dela, mas quem poderia culpar uma viúva de ser super protetora?
Uma amiga da viúva Baxter chegou e a menininha percebeu que agora seria a hora de se levantar. As adultas conversariam por horas antes que com ela pudessem se importar e então primeiro uma perna e depois a outra num passo torto fez a menininha se mover em direção a estranha coisa entre as arvores.
Um cogumelo bem grande-Ela notou. Era mais ou menos do tamanho de sua cabeça e não podendo agüentar sem tocar seus dedos se espalharam por entre o cogumelo manchado e nele ela contou.
-1... 2...3...4... -Bolas vermelhas no seu topo. E essas bolas tinham pêlinhos que esquentavam suas mãos ao tocarem neles. Pelinhos quentes num cogumelo que cada vez ficava mais quente até que de súbito a menininha tirou suas mãos do objeto, mas já era tarde de mais e o estrago já estava feito.
É comum não sentir nenhuma dor até se ver o estrago feito e então a menininha decidiu não olhar para a sua mão pondo-a atrás das costas e segurando-a com o outro braço. Logo seus olhos estavam vidrados naquele cogumelo que agora não estava mais tão familiar. Ele agora tinha uma cabeça achatada de onde olhos estreitos brotavam, o cogumelo era um tronco contraído no sono que agora se desdobrava e mostrava fogo vivo correndo por boa parte de sua espessura.
A menininha fugiu... Corria tortamente em direção a sua mãe, com a mão nas costas e um choro incomum as crianças feridas, que ao contrario de gritar e espernear ela apenas fechava a cara num choro fraco que as vezes se tornava bem agudo, mas mesmo assim ainda fraco. E ao chegar a sua mãe, que logo gritou e a pegou no colo a menininha podia ver a amiga da viúva Baxter ligando para alguém.
Sua mãe corria e a menininha de jardineira verde e gorro azul olhava por cima do ombro da mãe o playground se distanciando enquanto ela corria. Ela levantou a mão e pode ver o estrago, mas não sentia dor, pois pode mais uma vez dar um vislumbre na criatura que a havia infligido e neste momento pensou que podia ter dito:
Alguém? Que tipo de alguém? Alguém armado? Espero que não, pois essa mão que você queimou hoje. Um dia vai ser a mão que vai te capturar.
Por entre as grandes arvores algo a menininha viu. Uma bela menininha de jardineira verde e gorro azul que brincava sozinha no playground. Ela quis se levantar e explorar, mas tinha medo de que sua mãe a repreende-se... E como a Senhora Baxter repreendia a pobre menininha. Mesmo às vezes não sendo culpa dela, mas quem poderia culpar uma viúva de ser super protetora?
Uma amiga da viúva Baxter chegou e a menininha percebeu que agora seria a hora de se levantar. As adultas conversariam por horas antes que com ela pudessem se importar e então primeiro uma perna e depois a outra num passo torto fez a menininha se mover em direção a estranha coisa entre as arvores.
Um cogumelo bem grande-Ela notou. Era mais ou menos do tamanho de sua cabeça e não podendo agüentar sem tocar seus dedos se espalharam por entre o cogumelo manchado e nele ela contou.
-1... 2...3...4... -Bolas vermelhas no seu topo. E essas bolas tinham pêlinhos que esquentavam suas mãos ao tocarem neles. Pelinhos quentes num cogumelo que cada vez ficava mais quente até que de súbito a menininha tirou suas mãos do objeto, mas já era tarde de mais e o estrago já estava feito.
É comum não sentir nenhuma dor até se ver o estrago feito e então a menininha decidiu não olhar para a sua mão pondo-a atrás das costas e segurando-a com o outro braço. Logo seus olhos estavam vidrados naquele cogumelo que agora não estava mais tão familiar. Ele agora tinha uma cabeça achatada de onde olhos estreitos brotavam, o cogumelo era um tronco contraído no sono que agora se desdobrava e mostrava fogo vivo correndo por boa parte de sua espessura.
A menininha fugiu... Corria tortamente em direção a sua mãe, com a mão nas costas e um choro incomum as crianças feridas, que ao contrario de gritar e espernear ela apenas fechava a cara num choro fraco que as vezes se tornava bem agudo, mas mesmo assim ainda fraco. E ao chegar a sua mãe, que logo gritou e a pegou no colo a menininha podia ver a amiga da viúva Baxter ligando para alguém.
Sua mãe corria e a menininha de jardineira verde e gorro azul olhava por cima do ombro da mãe o playground se distanciando enquanto ela corria. Ela levantou a mão e pode ver o estrago, mas não sentia dor, pois pode mais uma vez dar um vislumbre na criatura que a havia infligido e neste momento pensou que podia ter dito:
Alguém? Que tipo de alguém? Alguém armado? Espero que não, pois essa mão que você queimou hoje. Um dia vai ser a mão que vai te capturar.








