terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Presentemon!!!

Esse foi um texto que eu dei de presente para uma amiga na época em que eu achava que textos eram bons presentes. ela  disse que não entendeu nada e que não gostou. então eu parei de dar textos como presentes. espero que alguém entenda xD

PRESENTE...
Malz ae não ter ido no seu niver. Mas como eu tava doente e sem grana fiz um presente pra vc Girl. Um conto... Espero que goste.

Por entre as grandes arvores algo a menininha viu. Uma bela menininha de jardineira verde e gorro azul que brincava sozinha no playground. Ela quis se levantar e explorar, mas tinha medo de que sua mãe a repreende-se... E como a Senhora Baxter repreendia a pobre menininha. Mesmo às vezes não sendo culpa dela, mas quem poderia culpar uma viúva de ser super protetora?

Uma amiga da viúva Baxter chegou e a menininha percebeu que agora seria a hora de se levantar. As adultas conversariam por horas antes que com ela pudessem se importar e então primeiro uma perna e depois a outra num passo torto fez a menininha se mover em direção a estranha coisa entre as arvores.

Um cogumelo bem grande-Ela notou. Era mais ou menos do tamanho de sua cabeça e não podendo agüentar sem tocar seus dedos se espalharam por entre o cogumelo manchado e nele ela contou.

-1... 2...3...4... -Bolas vermelhas no seu topo. E essas bolas tinham pêlinhos que esquentavam suas mãos ao tocarem neles. Pelinhos quentes num cogumelo que cada vez ficava mais quente até que de súbito a menininha tirou suas mãos do objeto, mas já era tarde de mais e o estrago já estava feito.

É comum não sentir nenhuma dor até se ver o estrago feito e então a menininha decidiu não olhar para a sua mão pondo-a atrás das costas e segurando-a com o outro braço. Logo seus olhos estavam vidrados naquele cogumelo que agora não estava mais tão familiar. Ele agora tinha uma cabeça achatada de onde olhos estreitos brotavam, o cogumelo era um tronco contraído no sono que agora se desdobrava e mostrava fogo vivo correndo por boa parte de sua espessura.

A menininha fugiu... Corria tortamente em direção a sua mãe, com a mão nas costas e um choro incomum as crianças feridas, que ao contrario de gritar e espernear ela apenas fechava a cara num choro fraco que as vezes se tornava bem agudo, mas mesmo assim ainda fraco. E ao chegar a sua mãe, que logo gritou e a pegou no colo a menininha podia ver a amiga da viúva Baxter ligando para alguém.

Sua mãe corria e a menininha de jardineira verde e gorro azul olhava por cima do ombro da mãe o playground se distanciando enquanto ela corria. Ela levantou a mão e pode ver o estrago, mas não sentia dor, pois pode mais uma vez dar um vislumbre na criatura que a havia infligido e neste momento pensou que podia ter dito:

Alguém? Que tipo de alguém? Alguém armado? Espero que não, pois essa mão que você queimou hoje. Um dia vai ser a mão que vai te capturar.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

As prostitutas já impediram diversas guerras mundiais...







Veja bem: Lembra daquela propaganda da da Hope em que a Gisele usa o corpo dela para acalmar o marido? Bem também fizeram uma onde o homem está encrencado com a mulher mas usa a sua arma secreta! (Uma cueca cheia de dinheiro e cartões de crédito) Veja se algum homem reclamou que por ser pobre nunca conseguiria nada na vida? ahhh NOPZ... Isso prova que mulheres mal comidas não tem nada mais o que fazer a não se reclamar e ficar de mal humor. Sendo que o homem nunca é "mal comido" Pois se ele quiser pode comer uma prostituta o que acalma o homem. Desde o mais humilde Banqueiro até o mais poderoso Pedreiro. Ou seria ao contrário? Sem sexo esses homens ficariam loucos e poderiam desencadear forças estrondosas só por estarem de mal humor. Por isso digo que as prostitutas são as verdadeiras heroínas mundiais. E deveriam ser tratadas como tal. Porem... dias sombrios nos aguardam... com a crescente entrada das mulheres em carreiras politicas a balança do poder está se equiparando e com um numero tão diminuto de prostitutos muitas dessas mulheres no poder poderão ser mal comidas e deslanchar sobre o mundo uma CATARSE NUCLEAR!


Previna a catarse nuclear... Se você vir um prostituto jogado na Rua ligue para a P.U.T.H. Pontifícia Universidade Transformadora de Homens que nós faremos o resto do trabalho...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Coração desenhado...

Formato circular e pulsante. Uma, talvez duas veias cativantes.
Um vinho amargo derramado em seu amago apenas pinta uma ou outra vez
Escondido por placas retorcidas de ferro como papel de bala jogado fora.
Uma batata vermelha e gratinada e esfaqueada varias vezes.

Descasca sua bela pele pois esqueceu o que era belo.
A nova pele nasce em hostil e vil castelo.
Um castelo que é de cartas e que termina em 20.
Vinte do futuro. Vinte da liberdade. Numero que leva a sanidade.

Coração armado até os dentes com porretes e correntes.
Daqueles que não se entende, mesmo de frente. Tão quente.
Tão longe da gente. Que também é quente e quer sentir calor.

Só te resta comer as beiradas. Aos poucos, aos trancos.
Esperar que o centro seja doce como o vinho para não ter asco deste caminho.
Espero que depois não haja mais nenhum espinho.

Nesta flor de batata que é coração de menina.

Aff... Para quem for idiota. Esta é a foto da flor que nasce da batata.

domingo, 11 de setembro de 2011

sábado, 27 de agosto de 2011

Sábado nada pra fazer.

Eu poderia ler, mas não estou afim.
Eu poderia jogar, mas não me interessei.
Eu poderia beber, mas não preferi.
Até poderia estudar, mas não tentei.

Sabado sem nada para fazer
E eu então tentando escrever.
Merdas e Tortas que vem na cabeça!
Improvisando para que não esqueça.

A porra que vim aqui fazer.
Que nem vou tentar entender.
Ahhh sim. Era nada pra fazer.
Provavel falta de quem comer.

Uma bosta de poema!
Quatro quartetos.
Nenhum terceto.
E um viado acabou de me enviar virus pelo facebook.

Fim.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

“838 Fragmentos”

“838 Fragmentos”

A fantasia é um gênero que foi alimentado por nossas mentes desde a mais tenra idade quando nossos parentes mais próximos contavam histórias amedontradoras sobre lendas urbanas que por nosso passado inocente pareciam a mais pura verdade. Algo especial, feito de coração e alma para aquelas mentes novas tanto torturadas com questões sobre si e outros que enquanto não se contentarem com a simples realidade terão muito mais do que o meu respeito.




quero fazer amizade com estranhos, correr riscos, viajar, tomar intermináveis banhos de chuva e acima de tudo viver, coisa que você não faz. é,eu sei eu estou te desapontando de novo, mas eu prefiro desapontar a você do que a mim mesma. bom, acho que isso é um adeus.
era como se seu corpo não a deixasse sair de lá,aquela paz parecia penetrar em sua alma.
algumas gotas de chuva começaram a rolar sobre meu rosto se misturando com algumas lágrimas que caiam contra a minha vontade.
gosto de alívio.
gosto de pessoas reais,pessoas que gritam,falam,choram e cantam. gosto de fazer pequenas descobertas
e esperamos sentados durante anos,décadas alguém lutar por nós quando na realidade nós que deveríamos estar lutando por nós mesmos.
iluminados demais,
e encontrava a sua paz
naqueles outros estranhos-conhecidos apartamentos,
que faziam a sua noite se desanuviar.
só mudam as músicas,

medo é para pessoas fracas que não tem pessoas que as façam lutar.
“13”
Eu não sei se eu me importo demais ou se é o mundo que se importa de menos.
“33”
My dear,porque você tinha que estragar tudo?
“32”  
tem uma surpresa no teu violão,
“0”

somos velhos demais, somos jovens demais, somos coisas demais.
às vezes me esqueço de como é bonito ver São Paulo ser lavada pela chuva e pelo cinza. 
[um monte de espaços vazios]

botei a mão no bolso e senti a purpurina.
era a poeira dos nossos sonhos
bêbados tristes choravam e jovens felizes cantavam.
 "pessoas com o nível de sensibilidade emocional elevado perderam o direito de falar por serem um atraso às pessoas normais".
e ninguém realmente me conhece. nem a dor.
[quase] nada é poesia
aquele céu cinza escuro
“8”
em alguma
noite estrelada
“2”
precisamos dessa noite.
não há céu para Ian e muito menos para seres como nós.
“0”
e eu não escrevo o que elas querem ler.
“365+122”
Essa música se repete e eu não quero parar de ouvi-la.
O ponto final não existe.
Será que você tem cicatrizes? Se tiver, vou querer cuidar delas.
ainda sentindo a frieza da rua.
“666”
tempo ao tempo
Quem não sabe brincar, vira escritor.
“3,1415”
vou para São Paulo.
“0”
Você é 13 e é nenhuma.
“365+365”
dois anos atrás.




“838”
A culpa é sempre dela. Acho que eu sou ela. Se o lobo é o homem do lobo,

domingo, 12 de junho de 2011

The Cake... primeiro dia

Saiba que o bolo não estava pronto, e que por isso eu fiz essa viagem. Uma viagem que não serve para muita coisa alem de passar o tempo, ou pelo menos é isso o que eu esperava.

No primeiro dia resolvi ir a praia, pos afinal a praia é o que define essa maldita cidade crimonosa, quente e caótica. O pior é que ainda se tem a corajem de chamar este lugar de paraiso. Não imagino quem deva achar tal coisa e se chegar a tentar concluo que deve ser alguem que nunca viu um pingo de natureza crua na vida! Acho que essas pessoas deveriam viajar para áfrica e morrer nas mãos dos que destroem aquele continente, se não forem as mesmas...

Mas como disse eu estava indo a praia. Um livro grosso de H.G.Wells na mão e uma revista na outra para relaxar. Primeiro prcisava procurar o lugar perfeito; escondido o suficiente para nenhum som me importunar, mas aberto o suficiente para poder ler sem forçar a vista. Enquanto eu procurava não pude deixar de sentir aquele cheiro de mar que as pessoas tanto amam, acho que essa é a unica parte paradisiaca da praia. o Cheiro...

Sentei em um banco de pedra muito sujo por sinal, mas por algum motivo achava que aquele lugar era o melhor que eu poderia escolher. cruzei as pernas e abri o livro na pagina 46. Eu ainda estava bem no começo e o primeiro conto era a maquina do tempo: Um conto sobre um cientista que descobre a viagem no tempo e acaba preso num futuro que ele havia considerado utópico. A vida das pequenas criaturinhas Eloi parecia bem divertida: Tudo eles tinham e tudo podiam, não conheciam nem ao medo e nem se importavam com a morte. Viviam o hoje e andavam como crianças... sempre muito curiosas, mas tambem sempre sem consequências.

Acho que foi nessa mesma parte do livro onde o cientista descrevia as criaturinhas que eu pude sentir alguem se aproximando. Eram treis velhas daquelas bem decréptas que ficavam fazendo aqueles gritinhos escrotos por qualquer coisa. Eu não sabia por que elas faziam isso, mas para mim pareciam treis gralhas escandalozas. provavelmente só queriam chamar atenção.

Uma delas me olhou sentado lendo e por algum motivo veio até a mim, com as outras duas a seguindo atrás.

-Você jovem. ja ouviu falar da palavra verdadeira de deus?

-Neste momento eu queria muito lembrar qual era a sub-religião maluca daquelas mulheres, por que o nome tambem era bem maluco, mas infelizmente eu só consigo  lembrar das histórias que elas me contaram. Depois que eu desisti e disse que não havia elas começaram a falar que Deus estava esperando para fazer com que os bons quando morressem ficassem esperando ao lado dele até o dia do juízo final quando a terra seria destruída e todas as pessoas que escolheram o caminho delas voltariam para terra e seriam como Adão e Eva. Viveriam num mundo sem medo e sem dor junto com todos os seus entes queridos perdidos, por toda a eternidade! E Eu começava a me perguntar se conseguiria aguentar a eternidade ouvindo aquelas velhas.

Depois de falarem e me darem panfletos e tudo mais uma delas, com dentes tortos e bafo ruim olhou para mim muito nitidamente e disse uma coisa que mexeu comigo:

-Você garoto parece muito com o meu filho sabia? ele era musico. você tambem é musico?

-Mais ou menos, mas não sei se poderia me considerar musico, mesmo assim eu disse que sim. E a velha perguntou se ela podia me dar um abraço, porque eu era muito parecido com o filho dela. Não sei também porque eu consenti ela me abraçou.

E naquele momento eu não podia mas ver aquelas mulheres como gralhas chatas. Eu sabia que elas eram apenas seres humanas, apesar de muito chatas; Eu até olhava para a cara delas e tentava imaginar por de tras de todas aquelas rugas e maquiagem pesada as mulheres ou meninas que elas já fora um dia e descobri que o que elas eram agora era um produto do medo. Medo de ser feio, ou medo de perder o filho antes de morrer. Medo de tantas coisas que eu só irei compreender mesmo quando for mais velho...

Ela ficou muito feliz com o abraço e para mim não era nada de mais.Logo uma delas gritou agudamente:

-É o Ônibus! Ahhhh

-E o tudo acabou. As treis velhas sairam correndo e gritando para o motorista do onibus sacolejando suas penas e gralhando pelo caminho e eu fiquei sentado olhando para o horizonte.

Acho que esse mundo delas é muito parecido com o do livro, e como eu queria que naquele momento elas estivessem certas...

Amanha irei para fora da cidade. Só não sei como vou postar isso aqui. Vou ter de procurar uma Lan House...

sábado, 11 de junho de 2011

Lucy in the Sky...


{VERSE 1}
Picture yourself in a boat on a river,
With tangerine trees and marmalade skies.
Somebody calls you, you answer quite slowly,
A girl with kaleidoscope eyes.

Cellophane flowers of yellow and green,
Towering over your head.
Look for the girl with the sun in her eyes,
And she's gone.

{CHORUS}
Lucy in the sky with diamonds,
Lucy in the sky with diamonds,
Lucy in the sky with diamonds,
Ah... Ah...

{VERSE 2}
Follow her down to a bridge by a fountain,
Where rocking horse people eat marshmallow pies.
Everyone smiles as you drift past the flowers,
That grow so incredibly high.

Newspaper taxis appear on the shore,
Waiting to take you away.
Climb in the back with your head in the clouds,
And you're gone.

{CHORUS}

Picture yourself on a train in a station,
With plasticine porters with looking glass ties.
Suddenly someone is there at the turnstile,
The girl with kaleidoscope eyes.

{CHORUS}

{CHORUS FADEING}


Essa época ja passou. Whats left? no diamonds, no kaleidoscope, just cigarrets and Beer.

Terreno em Marte

As vozes dizem para comprar um terreno em marte. Ninguem usa então deve estar barato.

Lá você sufoca no nada e nas coisas esquecidas.
Lá o som não se propaga...
Lá ninguem vai ouvir você gritar com pura raiva!
Um terreno em marte, sem vacas e nem MST...

Inspiration...

Homens serão sempre homens e nunca irão mudar.
Beethoven escreveu a nona sinfonia  para uma mulher que simplesmente o amava, mas não o compreendia. Ele a chama de "Immortal beloved".
Edgar Allan Poe escreveu o corvo para uma mulher que ele havia perdido e que nunca iria mais recuperar. Ele a chamava de "Lenore".
Dante alighieri escreveu a divina comédia, que foi o primiro dos gêneros de grande amor irreconhecido. Uma busca que o levou ao Inferno ao Purgatório e ao Céu. Ele a chamava de (Beatriz portinari, que tambem era sua guia pla viagem no Céu)

Homens serão sempre homens quer seja no passado ou hoje. Uma grande decepção gera um grande rancor e uma grande inspiração.



Agentes do destino: Com certeza o melhor filme contemporâneo que tentou captar esse assunto numa história simples mas interessante.
Homem conhece mulher>Homem perde mulher>Homem descobre que sua vida seria melhor sem a mulher, mas prefere ir atrás da mulher>Homem e mulher fogem do desconhecido>Homem pede para a mulher acreditar nele apesar deles nunca terem se conhecido bem.>Mulher ao acreditar nele tambem tem uma vida "pior">Depois de muita dor e medo homem e mulher vivem felizes para sempre.

Com certeza dá para se sentir algo diferente em relação aos filmes de amor comum. Como assim o amor deixa a vida "pior"?

Se o  homem não tivesse o amor da mulher ele procuraria para sempre um amor com a mesma magnitude e nunca desistiria de nada e talvez um dia chegasse a ser presidente. Essa é a escolha do homem... ser Rei sem a mulher amada e entrar para a história ou amar e ser apenas mais uma nota de rodapé do mundo...

Esse é o maior dilema dos grandes homens...

PS: Nada contra as grandes mulheres... xD

sexta-feira, 6 de maio de 2011

PORTAL 2 (Finalmente) e Epifania...



É a Segunda edição de Portal saiu e eu não poderia deixar de comentar aqui como esse jogo faz minha imaginação transbordar a niveis astronômicos. Vou resumir o Jogo porque ele tem 4 vezes mais conteudo do que o primeiro.

Depois de pensar realmente que você havia fugido (Conseguido o tão aclamado "bolo") Você descobre estar preso a um quarto num local desconhecido e sentindo uma estranha sonolencia, após acordar (Talvez uns longos anos depois), ainda se encontra neste mesmo quarto e descobre um novo amigo (Esse pelo menos fala, mas acaba falando de mais!) que sabe como fugir do laboratório.

Você tenta fugir e acorda o grande antagonista do 1º jogo.
Você vê seu  amigo morrer e cai num lugar que parece o inferno.
Você descobre que é adotado e que foi abandonado no "inferno".
Você tenta fugir mais uma vez com a ajuda de seu amigo que estava morto.
Você mata o Antagonista de novo e seu amigo fica no Poder.
Você é traido pelo seu amigo o que lhe faz "voltar ao passado".
Você descobre sobre o porque das experiencias e agora precisa confrontar seu amigo.
Você se alia ao seu antigo inimigo o que faz seu amigo tentar te matar.
Você confronta seu segundo amigoe o atira no espaço cideral.
Você é salvo pelo seu inimigo que finalmente lhe dá a liberdade!


No final do jogo pode se ver que a sua tão sonhada busca lhe tirou os melhores anos da sua vida e que agora que você tem tudo o que sempre sonhou ainda se sente imensamente desnorteado sobre o que fazer agora. O que é a vida sem um propósito? Estamos satisfeitos quando obtemos o que queremos? Quando paramos?

Perguntas que se respondem com negativas. Nada, Não e Nunca!
Evolução eles dizem. E Ficamos a criticar aqueles menos evoluidos. E ficamos a perguntar: Como viviam aqueles sem videogames ou Televisão. A Resposta está na proporção. Um mendigo que come um pão evoluiou assim como o Einstein ao ajudar a construir a bomba atômica tambem evoluiu se ambos se encontravam em situaçoes piores antes de tal feito. E descobrimos que não importa quem você seja! Todo mundo respira ou caga!!!

Conforme evoluimos, cotinuamos insatisfeitos e queremos dois pães ou uma bomba que acabasse com as guerras, mas sem matar inocentes e então continuamos a buscar! Alguns buscam inescrupulosamente e não se importam em pisar em outros na sua evolução proporcional. Hoje temos uma tendencia de vangloriar esses homens considerados "bem sucedidos". Descobrimos que qualquer um pode ser assim principalmente aqueles que deveriam parecer confiáveis. Não é culpa deles. É culpa da nossa própria natureza doentia. culpa de como fomos feitos. Culpa de nossas mães, pais, professores, deuses, noticiários, babás e amigos.

Deus não é substantivo concreto. Aqui a gramática está errada. Porque se fossemos feito de algo concreto perfeito seriamos perfeitos.

Concreto: Aquele que não precisa do homem para existir.
Abstrato: Aquele que precisa do homem para existir.

Gritamos e gritamos, como filhos abandonados sem saber o que queremos e chutando o que dizemos, para interpretar nossos propósitos, porem no fim todos sabemos que apenas existimos sem mais e nem menos.

E enquanto não entendemos. Tememos. Evoluindo sem caminho. Cada um ao seu passo.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Caçadores Nazistas! Parte 1



Neve!
   Era tudo que encontrávamos naquele maldito país. Ocasionalmente algumas árvores mortas ou galhos retorcidos que destoavam quase que iguais pela imensidão da tundra no que deveria ser já faz tempo um pântano. E o Cheiro, Eu especialmente odiava aquele cheiro de pólvora que podíamos sentir a metros e metros de distancia. Apesar de tudo era um dia Limpo, sem nevascas ou fumaça de cachões ou Fogo.
  Estávamos eu, Frida, naquela época a primeira SS a participar desse tipo de operação, e também o maldito do Hans Landa! Um tenente de olhar psicótico com uma maldita insígnia caveirada presa no seu quepe!  Não entendia porque uma caveira! Estávamos naquele país para libertarmos todos de sua ignorância e mediocridade proletariada e com isso o Mundo então seria perfeito!
  Ahhh como eu era ingênuo! Nunca tinha visto o que os loucos como Hans fizeram nos laboratórios subterrâneos e tudo mais!
-Acho que o senhor deveria ater-se a história! Você sabe que não deve divagar para que possamos chegar à raiz do problema.
-Eu estou aqui por pura e espontânea vontade então contarei a história como me convier!
  Então... Ele era mesmo um babaca! Enquanto nós tínhamos casacos de verão e Arbalestas ele desfilava por ai como um completo idiota. Sobretudo cinza, Uma MP-40 em punho e um saco de couro em outro.
-Ele está aqui por perto! -O babaca disse sem nem olhar para nós e então andou alguns passos a frente. Ele me chamou a frente para que pudesse ver que ali havia uma vila, suja e abandonada, mas sem nenhum vestígio de luta.
-A Criatura nos atrai até um lugar fechado para nos atacar e então o caçador se torna a presa. Vamos acampar aqui fora mesmo onde eu possa vê-lo com antecedência!   -Falou o babaca já pondo suas coisas no chão entre um muro antigo de pedras e uma velha arvore desfolhada. –Vocês dois fiquem de guarda! –Deitou com a cabeça sobre a mochila e dormiu.
-Onde nós possamos vê-lo com antecedência não é? –Reclammei para Frida. Ela apenas me deu um olhar de reprovação e continuou onde estava com um pé apoiado sobre o morro e outro firme no chão, quase como aquela valquiriana que eu havia visto no pôster de recrutamento.
 E Também sem olhar na minha cara ela me mandou catar lenha, pois necessitaríamos dela para aquecer a sopa e para a sobreviver a noite.
–E se a milícia nos encontrar pelo fogo? -Eu pensei! talvez alto de mais!  
–Nós sabemos Russo! –Ela disse.
–A Milícia sabe Russo, mas as criaturas só sabem rasgar suas entranhas. –Confesso que me senti muito mal com meu próprio comentário e decidi que me afastar daqueles dois faria bem a mim.
  A velha Arvore ainda estava muito viva para queimar então me desloquei até a beira de um lago congelado para encontrar os galhos e talvez com sorte fumar um ou outro cigarro.
 Logo que terminei decidi me apoiar firmemente a uma arvore e enquanto minhas mãos treinadas faziam o truque de por o fumo e lamber o papel eu divagava sobre a minha antiga vida em Berlim e o que deixei para vir até esse fim de mundo.
 A Briga com meus pais, a Morte de Gunther na França, tudo aquilo que friederick se tornou, As Salsichas da tia Hilda e as camisas transparentes de Hannah passaram pela minha cabeça antes que eu pudesse dar a primeira tragada! Logo a fumaça saia devagar pelo canto da boca num estilo que eu gostava de chamar de "The Yorker Way", mas só atrapalhava a visão mais do que o normal.
 Achei que havia visto algo passar batido vindo por detrás da arvore, mas acredito que era só besteira da mente, então segui para a segunda tragada.  Pouco pude notar a mulher perto do centro do lago me encarando antes que pudesse já tragar e no susto que se seguiu engolir toda a fumaça tossindo como um idiota por no mínimo um minuto. Quando me recuperei ela já estava bem perto de mim; estranha, porem não ameaçadora. Ela vinha andando, quase se arrastando devagar em minha direção e eu murmurei algo que agora não me lembro. Só sei que me atrapalhei e acabei dizendo em alemão comprometendo meu disfarce. Eu teria que matá-la.
As Mãos tremiam e o treinamento era esquecido enquanto minhas costas prensavam cada vez mais contra a árvore. O cigarro caíra e apagara no chão e ao olhar para a arbalesta senti que algo quente e molhado havia caído no meu rosto. O Maldito havia acertado ela! E eu só podia olhar a frente um osso de fêmur com a rótula ensanguentada. Ele a havia acertado bem na cabeça, perto dos olhos não me lembro o nome do local, mas sei que não era bonito de olhar o resultado, pois havia tanto sangue que seu cabelo grudava as feridas da face e a neve ficava cada vez mais avermelhada o que estranhamente me lembrava uma raspadinha de licor de cereja.
-SCHEIBE!!! -Ele gritou... -Não era ela!- Frida veio logo depois! –Quem era essa? –Ninguém! -Ele retrucou!  Enquanto escondia rapidamente o osso de volta na bolsa e sem dizer mais nada me virou as costas e voltou até o posto. Pude ver duas barracas ao pé da primeira arvore e finalmente me senti livre para chamar aquilo de posto. Frida o seguiu e eu logo fui atrás!
 Esquentamos a sopa quente e nojenta na noite que já não era mais tão calma! Ao longe podíamos ouvir a artilharia pesada sobre as cidades vizinhas, mas a minha mente estava na mulher do lago e no osso de Landa. Eu tinha certeza que sonharia com aquilo...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Algo antiiiigo...


Ambos agora se encontravam sentados um de frente para o outro numa cafeteria CokeBucks próxima. 
  -“Anie Girl” você não é a mesma ruiva de 15 aninhos que gostava de ver aqueles documentários independentes não é? Juro para você que pensei estar puxando conversa com uma completa estranha!
  -Anita ainda um pouco preocupada apenas dava respostas simples enquanto brincava com seu canudo.
  -É. Eu Mudei bastante.
  -10 anos é tempo de mais. Não apenas para gente, mas para o mundo também.
   –Gunther parecia distraído e ficava olhando para fora da cafeteria. Dava para perceber que estava chovendo bastante pelo barulho do lado de fora, mas as janelas da cafeteria apenas reproduziam um dia ensolarado no campo com direito a até crianças de mentira brincando no pasto. –Vai me fazer acreditar que crianças ainda brincam no pasto?!
  -Ela odiava quando ele começava a reclamar por isso o cortou.
  -O que tem feito de útil meu rapaz? –Mas ele estava perdido em seus pensamentos.
  -Anie antes da guerra as pessoas não tinham tanto medo e o medo é gerado pela ignorância. Antes da guerra as pessoas podiam ter toda a informação do mundo em um segundo e qualquer um podia ser um artista ou um contador de verdades. –Os Olhos de seu velho amigo se enchiam de saudade. –Mas agora só um bando de Putos pode ter a informação e fazem com ela o que bem entendem. Por isso esse almanaque, coisa do século passado, agora é algo que vende bastante. Tudo agora voltou a ter um preço. -Parou para tomar um gole de café e perdeu sua chance de continuar.
  -Talvez agora nós possamos dar mais importância ao pouco que temos não?
  -É talvez. Você pode estar certa e eu apenas ser um idiota com sonhos infantis. Eu agora trabalho para os tais Putos sabia?
  -Anita não pode conter a surpresa e soltou um ronco de desprezo.
  -O que mais um ex-Combatente poderia fazer? A criança cresce na guerra sabia?
  -Você é muito hipócrita Gunther!
  -E você sempre falou o que bem entendia, sem na verdade entender nada. Nós não somos uma organização secreta ou coisa assim. Meu Chefe, Willian, acredita que podemos fazer as pessoas melhores, para que esse mar de ignorância não cause outras desavenças.
  -Gunther você está se contradizendo muito. Suas mãos estão tremendo. Por quê?
  -Eu... Estou um pouco nervoso em te ver, assim tão der repente. –Anita agora segurava fortemente as mãos tremulas de seu companheiro. -Vai me dizer que seu sofrimento de trabalhar para quem odeia é maior do que uma pessoa que está ao seu lado? Você sempre gostou de conversar com pessoas novas, mas nunca teve a coragem de checar em profundidade cada ser humano.
  -Logo as mãos de Gunther pararam de tremer e ele a havia entendido. Aquilo com certeza era uma indireta. Nem havia se preocupado em saber o porquê tomava café com a sua amiga infância que se encontrava ali sem sapatos e com um estranho cheiro no cabelo.
  -O que aconteceu?
  -Eu tenho uma doença grave. Eu não posso ter meu filho.
  -Ao ouvir essas palavras ele tremeu por um momento e depois enrijeceu. Olhava para Anita como um Robô olharia para qualquer outro ser humano, mas não sentia frieza. Na verdade ele se encontrava totalmente concentrado. Seus olhos azuis então fizeram um pequeno movimento para cima enquanto ele buscava em seu bolso algo. Ao achar ele levanto-se com alguma dificuldade enquanto punha a mão sobre a mesa apoiando-se e então disse:
-Me ligue amanha okay? Acho que posso te ajudar.

Parte do Livro Homini Lupus Hominis  (Ainda em produção)

domingo, 17 de abril de 2011

DOM QUIXOTE MODERNO!

Hoje eu  vi a mulher mais bonita do mundo! Pode parecer mentira, mas a visão é uma questão de perspectiva...

Não eram apenas suas curvilíneas formosuras que me agradavam, mas tambem as suas açoes.
Apenas vendo sem sentir eu pude imaginar e comparar cada poucas delas a sonhos que jaziam esmagados por mim mesmo no curso da vida. E então eu a desejava. Talvez não o suficiente para vener minha alma, mas o suficiente para render o meu corpo e mente aos seus sevéros encantos e pequenos erros que não os tornam verdadeiros erros apenas os tornam pequenos na mente de um cavaleiro desvairado sem moto e nem óculos escuros. Pelo menos ainda tenho a jaqueta não?

Pobre cavaleiro Andante!

E naquele momento Dom Quixote que nunca acreditou ter errado na vida eu que pelo menos achava que passava por ela sem verdadeiras delongas, percebeu que queria ser mais! Muito mais que um cavaleiro andante. E acreditou ingenuamente que cada erro da vida dela poderia concertar o erro de sua própria vida  e que sobre suas asas poderia errar a vontade, que não apenas os outros não ririam dele, mas tambem o acalentariam.

Pobre Dom Quixote Moderno!

E então ele a estudou. De longe como um observador de passaros. E piamente ele tinha fé de que poderia voltar a realizar suas proezas sem mais dar bola para o mundo! Explodir moinhos de ventos e usar um penico com elmo! Nada mais importava a não ser a aventura seguinte e seguinte em nome de sua amada! Sem ao menos nunca ter lhe tocado.

Pobre esquizofrênico fora de seu mundo!

Mas o Dom quixote moderno não quer sancho pança ao seu lado! Ele quer dulcinéia como sua mestra e quer ele mesmo ser o escudeiro e num gesto desmedido ele lhe passa o elmo de pinico, desce de seu corcél e se ajoelha perante a mulher mais charmosa e corajosa que ele ja viu. Ela nunca lhe disse nada em o havia visto, mas aceitou tamanha honra sem pestanejar. Tamanha era a espontaneidade de dulcinéia.

Pobre dulcinéia!

Arranjou um amor atrapalhado e um ajudante desnecessário!
Foi de graça... como qualquer amor!